O parque como espaço excludente e as fronteiras invisíveis: caso do Eco parque

Samantha Busnello

Resumen


Há apropriações do espaço público que, tornam-se parte integrante da vida da própria cidade reproduzindo as relações sociais nela vivida, inclusive a exclusão social. Nesse contexto a análise desse trabalho se concreta no espaço urbano como agente excludente, especificamente observando os conflitos internos entre os usuários um parque urbano. A escolha do parque é baseada na diversidade de agentes que apropriam se do espaço, reproduzindo a diversidade social encontrada na metrópole e com ela seus conflitos. Conclui ao observar um determinado espaço público que as interações entre grupos sociais problematiza a determinação do espaço. Desta forma as barreiras invisíveis são traçadas pelos conflitos criados entre pontos de encontro entre as apropriações por diferentes grupos sociais e os deslocamentos sucessivos.



DOI: http://dx.doi.org/10.5821/siiu.9120